Após ver o filme, “O garoto selvagem” pude refletir ainda mais sobre este assunto.
Deve haver um respeito e valorização dos saberes das pessoas que possuem características diferentes, sendo elas físicas, culturais e auditivas, e nesse caso a interação se dá por meio de expressões corporais e faciais, destacando a Língua Brasileira de Sinais como o seu próprio idioma, e para isso é necessário primeiramente existir uma aceitação do dito “diferente” para que a identidade de cada individuo seja respeitada e valorizada.
Percebo, assim, a importância do aperfeiçoamento dos nossos saberes quanto educadores, pois num tempo em que se fala muito em inclusão escolar, na verdade, não basta apenas falarmos, é necessário fazer-se parte desta inclusão, e para isso o professor deve estar preparado para lidar com essas situações, possibilitando uma educação com igualdade, tornando-a significativa, valorizando sempre a culturas e costumes diferentes.