Revendo as atividades realizadas no eixo 7, me deparei com uma atividade da Interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação que foi realizada através da leitura do texto, “ O menininho”, de Helen Buckley.
Esta leitura realmente desperta muita reflexão sobre o papel do professor em sala de aula. Ao fazer relações com a prática do meu estágio, pode dizer que na minha classe havia alguns alunos, como esse menininho do texto.
E esse foi um dos maiores desafios do meu estágio, fazer com esses alunos se desprendam do professor, tornando-o mais autônomo. Percebo a grande necessidade de incentivar, fazer os alunos entenderem que eles são capazes de criar sozinho. Pois acredito que o papel do professor não é oferecer aos seus alunos atividades prontas, mas sim auxiliá-los para que consiga descobrir a forma para realizá-las. O professor deve desafiar, instigar, provocar, criar possibilidades de descobertas, e enfim criar espaços que valorizem produções individuais e coletivas, e isso seria um grande desafio nesse caso.
O professor deve oferecer espaço para o aluno pensar, agir e criar. Dá respostas prontas, subestima o aluno, anula sua experimentação intelectual. Os alunos por sua vez acostumam-se a receber as informações prontas, tornam-se um ser passivo diante dos acontecimentos e submisso a qualquer um que se imponha e mostre poder sobre ele. Para a efetivação da autonomia, o professor deve problematizar o aluno, criar situações de aprendizagem, estimular a ação do sujeito para a construção de conhecimentos, propiciar-lhe o pensar em seus atos levando-o a descobrir as coisas por si mesmo. Trabalhar atividades através de jogos e brincadeiras, onde elas possam fazer suas escolhas livremente de forma espontânea e prazerosa, sem medo de errar, podendo participar, expressar, criar, cooperar sem receio de críticas severas do seu trabalho.
Acredito que a escolha do tema do meu TCC, nasceu exatamente quando percebi que tinha que usar metodologias que pudessem ajudar na aprendizagem, fazendo com que os alunos se interessassem em participar das mesmas e que os tornassem mais independentes, com iniciativa.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
REFLETINDO EIXO SETE
Refletindo um pouco sobre os textos estudados na Interdisciplina de Educação de Jovens e Adultos no Brasil, posso perceber que uma das principais dificuldades que jovens e adultos enfrentam em sala de aula, é a descontextualização dos conteúdos com sua realidade e por vezes o currículo, que não atende as necessidades de um aluno adulto que necessita de um ”tempo” diferenciado, já que este geralmente é trabalhador. Pois muitas vezes ele precisa abandonar o estudo e ir atrás de sua sobrevivência.
Para Marta Kohl de Oliveira, um dos principais aspectos que podem levar a evasão “é o fato de que a escola funciona com base em regras específicas e com uma linguagem particular que deve ser conhecida por aqueles que nela estão envolvidos”. Sendo assim, aqueles que não conseguem se adaptar a estas regras acaba por desistir.
Desta forma, podemos refletir nesta mesma situação nas séries iniciais, pois os alunos têm mais interesse por atividades que sejam contextualizadas com a sua realidade, com atividades que despertem a atenção e interesse em participar.
Para Marta Kohl de Oliveira, um dos principais aspectos que podem levar a evasão “é o fato de que a escola funciona com base em regras específicas e com uma linguagem particular que deve ser conhecida por aqueles que nela estão envolvidos”. Sendo assim, aqueles que não conseguem se adaptar a estas regras acaba por desistir.
Desta forma, podemos refletir nesta mesma situação nas séries iniciais, pois os alunos têm mais interesse por atividades que sejam contextualizadas com a sua realidade, com atividades que despertem a atenção e interesse em participar.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
REVISANDO EIXO SEIS
Revisando as Interdisciplinas do eixo seis, pude refletir novamente com a Interdisciplina de Filosofia da educação com o texto: Educação após Auschwitz do autor Theodor W. Adorno.
Neste texto pudemos refletir sobre três conceitos, a educação, civilização, barbárie e suas relações e pude observar que esses três conceitos estão interligados, pois a educação, segundo Adorno, tem o papel primordial de impedir a barbárie, ou seja, através da educação, é que se alcançará a civilização. Pois para ele, evitar Auschwitz, implica em resistir às brutalidades e violências justificadas por costumes e ritos. A educação pautada pela severidade, pela disciplina é condição propicia para a barbárie.
Podemos perceber a grande responsabilidade de nós professores em todo esse processo, já que de acordo Adorno, a educação só teria pleno sentido como educação para auto-reflexão crítica. Visto isso, a educação tem um grande papel a desempenhar na sociedade, capaz de transformar nossos alunos em cidadãos críticos, que venham a desenvolver capacidade mental de discernir atitudes que venham a ser de forma crítica e consciente frente à atual sociedade.
Olhemos ao nosso redor. A realidade que nos cerca expressa a barbárie e isto nos apontam para o risco da regressão. O mundo globalizado impele as pessoas em direção à intolerância diante do outro, à idéia de que há uma inevitabilidade histórica, ao consumismo e ao individualismo desenfreado. Este fenômeno está presente em nosso cotidiano nas questões que nos parecem mais banais os assassinatos motivados por roubos de pequenas quantias ou mesmo por uma discussão com o motorista de ônibus; o domínio do tráfico e quadrilhas semelhantes (onde o fator humano só conta como consumidor de drogas e meio de enriquecimento). Numa realidade onde a vida humana vale menos do que um objeto material qualquer, a tendência é a crescente banalização do mal.
É nesse sentido que Adorno ressalta que a principal meta da educação deve ser a de evitar que Auschwit se repita, pois esta foi à barbárie contra a qual se dirige toda a educação. Para isso, é necessário que reconheçamos os mecanismos que tornam as pessoas capazes de cometer tais atos e que essas pessoas tomem conhecimento de tais estruturas, para impedir que se tornem novamente capazes de repetir essas ações, na medida em que se desperta uma consciência geral acerca desses mecanismos.
Desta maneira, podemos perceber quanta responsabilidade nós professores temos, e acredito que nós podemos contribuir para que haja uma educação mais reflexiva, para que possamos ter adultos mais críticos.
Neste texto pudemos refletir sobre três conceitos, a educação, civilização, barbárie e suas relações e pude observar que esses três conceitos estão interligados, pois a educação, segundo Adorno, tem o papel primordial de impedir a barbárie, ou seja, através da educação, é que se alcançará a civilização. Pois para ele, evitar Auschwitz, implica em resistir às brutalidades e violências justificadas por costumes e ritos. A educação pautada pela severidade, pela disciplina é condição propicia para a barbárie.
Podemos perceber a grande responsabilidade de nós professores em todo esse processo, já que de acordo Adorno, a educação só teria pleno sentido como educação para auto-reflexão crítica. Visto isso, a educação tem um grande papel a desempenhar na sociedade, capaz de transformar nossos alunos em cidadãos críticos, que venham a desenvolver capacidade mental de discernir atitudes que venham a ser de forma crítica e consciente frente à atual sociedade.
Olhemos ao nosso redor. A realidade que nos cerca expressa a barbárie e isto nos apontam para o risco da regressão. O mundo globalizado impele as pessoas em direção à intolerância diante do outro, à idéia de que há uma inevitabilidade histórica, ao consumismo e ao individualismo desenfreado. Este fenômeno está presente em nosso cotidiano nas questões que nos parecem mais banais os assassinatos motivados por roubos de pequenas quantias ou mesmo por uma discussão com o motorista de ônibus; o domínio do tráfico e quadrilhas semelhantes (onde o fator humano só conta como consumidor de drogas e meio de enriquecimento). Numa realidade onde a vida humana vale menos do que um objeto material qualquer, a tendência é a crescente banalização do mal.
É nesse sentido que Adorno ressalta que a principal meta da educação deve ser a de evitar que Auschwit se repita, pois esta foi à barbárie contra a qual se dirige toda a educação. Para isso, é necessário que reconheçamos os mecanismos que tornam as pessoas capazes de cometer tais atos e que essas pessoas tomem conhecimento de tais estruturas, para impedir que se tornem novamente capazes de repetir essas ações, na medida em que se desperta uma consciência geral acerca desses mecanismos.
Desta maneira, podemos perceber quanta responsabilidade nós professores temos, e acredito que nós podemos contribuir para que haja uma educação mais reflexiva, para que possamos ter adultos mais críticos.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
REVISANDO EIXO VI
Revisando as atividades do eixo VI na Interdisciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, relendo o texto, Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos do prof. Fernando Becker.
Pude refletir sobre a importância do papel do professor como facilitador e mediador da aprendizagem. Pois o professor, não é aquele que apenas transmite o “conhecimento”, que exige o silêncio em sala de aula, porque na verdade não acredito que o conhecimento se dá num processo de reprodução.
Como diz no texto “Esta pedagogia, legitimada pela epistemologia empirista, configura o próprio quadro da reprodução da ideologia, reprodução do autoritarismo, da coação...” Desta forma acredito que a aprendizagem se torne um processo mais difícil e complicado, pois aprendizagem ocorre na medida em que a pessoa inicia sua relação com o mundo.
Se o professor não mediar ações que possibilitem que o aluno se envolva em projetos, em questões que possam resolver situações problemas, ou seja, atividades que partam das suas curiosidades, assim estarão desenvolvendo raciocínio lógico, criatividade, onde estarão tendo uma aprendizagem de forma significativa, onde houve um processo de envolvimento do aluno e não apenas saberes prontos e acabados que se resumem ao currículo escolar.
Desta maneira, me reporto a meu estágio com uma turma de quarto ano, percebi na prática a importância de deixar o aluno ir à busca de novos conhecimentos.
Quando comecei a trabalhar com essa turma percebi, que os alunos sempre esperavam por respostas prontas, comecei a trabalhar de uma maneira que eles não estavam habituados, respondendo as perguntas com outra pergunta, foi um processo difícil, mas aos poucos senti que os alunos foram se tornando mais autônomos, e uma das minhas principais ferramentas, foi o lúdico, através de jogos, principalmente no área da matemática.
As escolas deveriam ter um ensino e proporcionar uma aprendizagem voltada para o construtivismo, rompendo com a relação de autoritarismo dentro de uma sala de aula e esquecer que apenas o professor é o detentor do saber. Porém, acredito que essa é uma tarefa a ser rompida por nós professores, e para que isso se torne possível à formação continuada de professores é de suma importância. O governo deveria investir mais na formação de professores, proporcionando mais qualidade ao ensino.
Pude refletir sobre a importância do papel do professor como facilitador e mediador da aprendizagem. Pois o professor, não é aquele que apenas transmite o “conhecimento”, que exige o silêncio em sala de aula, porque na verdade não acredito que o conhecimento se dá num processo de reprodução.
Como diz no texto “Esta pedagogia, legitimada pela epistemologia empirista, configura o próprio quadro da reprodução da ideologia, reprodução do autoritarismo, da coação...” Desta forma acredito que a aprendizagem se torne um processo mais difícil e complicado, pois aprendizagem ocorre na medida em que a pessoa inicia sua relação com o mundo.
Se o professor não mediar ações que possibilitem que o aluno se envolva em projetos, em questões que possam resolver situações problemas, ou seja, atividades que partam das suas curiosidades, assim estarão desenvolvendo raciocínio lógico, criatividade, onde estarão tendo uma aprendizagem de forma significativa, onde houve um processo de envolvimento do aluno e não apenas saberes prontos e acabados que se resumem ao currículo escolar.
Desta maneira, me reporto a meu estágio com uma turma de quarto ano, percebi na prática a importância de deixar o aluno ir à busca de novos conhecimentos.
Quando comecei a trabalhar com essa turma percebi, que os alunos sempre esperavam por respostas prontas, comecei a trabalhar de uma maneira que eles não estavam habituados, respondendo as perguntas com outra pergunta, foi um processo difícil, mas aos poucos senti que os alunos foram se tornando mais autônomos, e uma das minhas principais ferramentas, foi o lúdico, através de jogos, principalmente no área da matemática.
As escolas deveriam ter um ensino e proporcionar uma aprendizagem voltada para o construtivismo, rompendo com a relação de autoritarismo dentro de uma sala de aula e esquecer que apenas o professor é o detentor do saber. Porém, acredito que essa é uma tarefa a ser rompida por nós professores, e para que isso se torne possível à formação continuada de professores é de suma importância. O governo deveria investir mais na formação de professores, proporcionando mais qualidade ao ensino.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
REVISANDO EIXO V
Revisando as atividades do eixo 5, posso destacar como uma das grandes aprendizagens, para mim naquele semestre, à realização do trabalho da Interdisciplina do Seminário Integrador, foi proposto um trabalho de pesquisa, mas não foi uma pesquisa direcionada a algum tema especifico, na verdade, a pesquisa nasceu de curiosidades de cada um de nós, e através delas fomos nos envolvendo por caminhos de pesquisas bem diferentes dos que eu já havia realizado até hoje.
Através deste projeto de aprendizagens percebi como se realiza um verdadeiro trabalho de pesquisa, o qual consiste em responder a uma pergunta que não seja factual, na verdade, ir à busca de respostas que ainda não foram respondidas por ninguém, e é fascinante perceber o crescimento, as conquistas das pesquisas, a evolução do projeto.
Neste sentido, está disciplina tem me ajudado muito agora nesse momento do TCC, pois ela me proporcionou aprendizagens sobre a pesquisa.
Vale também como reflexão da importância de desenvolver em sala de aula, pois é uma atividade que estimula a curiosidade do aluno, fazendo com que ele tenha interesse em saber sobre o assunto, já que este partiu de uma curiosidade própria.
O papel do professor é o de mediador, no qual necessita conhecer primeiro o desenvolvimento real de seus alunos, para assim dirigir o ensino conforme necessidades e interesse de cada um. O aluno vai construindo o saber socialmente dentro do seu ritmo, seu interesse e necessidade, tendo mais autonomia.
Através deste projeto de aprendizagens percebi como se realiza um verdadeiro trabalho de pesquisa, o qual consiste em responder a uma pergunta que não seja factual, na verdade, ir à busca de respostas que ainda não foram respondidas por ninguém, e é fascinante perceber o crescimento, as conquistas das pesquisas, a evolução do projeto.
Neste sentido, está disciplina tem me ajudado muito agora nesse momento do TCC, pois ela me proporcionou aprendizagens sobre a pesquisa.
Vale também como reflexão da importância de desenvolver em sala de aula, pois é uma atividade que estimula a curiosidade do aluno, fazendo com que ele tenha interesse em saber sobre o assunto, já que este partiu de uma curiosidade própria.
O papel do professor é o de mediador, no qual necessita conhecer primeiro o desenvolvimento real de seus alunos, para assim dirigir o ensino conforme necessidades e interesse de cada um. O aluno vai construindo o saber socialmente dentro do seu ritmo, seu interesse e necessidade, tendo mais autonomia.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
REFLEXÃO EIXO V
Retornando ao eixo 5, na Interdisciplina da Psicologia da vida adulta – E, relendo alguns textos, podemos perceber que todos nós, indivíduos, estamos sempre em processo de aprendizagem, e isso não está relacionado com a idade cronológica de cada um de nós, e que estamos no Estágio Operatório Formal, já que, somos capazes de pensar sobre nossos próprios pensamentos, refletir sobre possibilidades, fazer planos, etc...
Acredito que as relações com as pessoas e o meio em que estas estão inseridas, é um fator determinante para que as mesmas atinjam a idade adulta, independente de sua idade cronológica, ou seja, é através de vivências e convivências que os indivíduos passam a ter responsabilidades e começam a pensar sobre suas ações e possibilidades sobre sua vida.
Pode-se dizer então, que a Educação é um processo de convivência, que se dá no interior de cada individuo, pois é o resultado de suas transformações com o meio em que vive. Por isso a importância do professor se colocar diante dos alunos, de forma mediadora, capaz de despertar em seu aluno o desejo de pesquisa, a curiosidade, enfim, nós professores devemos lembrar que o pensamento dos alunos é diferente do professor, temos que saber respeitar e dar liberdade a estas diferenças, para que possamos realmente estar no caminho de ter alunos mais críticos.
Esta reflexão vem de encontro com leituras que estou realizando para o TCC. As quais falam da importância de trabalhar o lúdico em sala de aula, como instrumento para auxiliar a mediação professor e aluno.
Ao brincar a criança desenvolve sua linguagem, ao se comunicar com a outra criança, dessa maneira ela passa a entender o mundo e a desenvolver seu conhecimento, por tanto precisamos colocar a brincadeira como nossa parceira na educação para que a aprendizagem seja mais prazerosa. O lúdico como ferramenta facilita o trabalho do educador no processo de desenvolvimento do conhecimento, além de valorizar a criatividade da criança. O educador precisa planejar essas atividades e principalmente gostar do que faz, pois só assim se trabalha com amor. O objetivo do jogo deve ter qualidade e o educador deve estar atento às fases do desenvolvimento físico, psicológico e cognitivo de seus educando, para que a ação planejada naquela atividade tenha coerência, é preciso estar claro o porquê utilizar aquele jogo ou brincadeira na sala de aula.
Acredito que as relações com as pessoas e o meio em que estas estão inseridas, é um fator determinante para que as mesmas atinjam a idade adulta, independente de sua idade cronológica, ou seja, é através de vivências e convivências que os indivíduos passam a ter responsabilidades e começam a pensar sobre suas ações e possibilidades sobre sua vida.
Pode-se dizer então, que a Educação é um processo de convivência, que se dá no interior de cada individuo, pois é o resultado de suas transformações com o meio em que vive. Por isso a importância do professor se colocar diante dos alunos, de forma mediadora, capaz de despertar em seu aluno o desejo de pesquisa, a curiosidade, enfim, nós professores devemos lembrar que o pensamento dos alunos é diferente do professor, temos que saber respeitar e dar liberdade a estas diferenças, para que possamos realmente estar no caminho de ter alunos mais críticos.
Esta reflexão vem de encontro com leituras que estou realizando para o TCC. As quais falam da importância de trabalhar o lúdico em sala de aula, como instrumento para auxiliar a mediação professor e aluno.
Ao brincar a criança desenvolve sua linguagem, ao se comunicar com a outra criança, dessa maneira ela passa a entender o mundo e a desenvolver seu conhecimento, por tanto precisamos colocar a brincadeira como nossa parceira na educação para que a aprendizagem seja mais prazerosa. O lúdico como ferramenta facilita o trabalho do educador no processo de desenvolvimento do conhecimento, além de valorizar a criatividade da criança. O educador precisa planejar essas atividades e principalmente gostar do que faz, pois só assim se trabalha com amor. O objetivo do jogo deve ter qualidade e o educador deve estar atento às fases do desenvolvimento físico, psicológico e cognitivo de seus educando, para que a ação planejada naquela atividade tenha coerência, é preciso estar claro o porquê utilizar aquele jogo ou brincadeira na sala de aula.
domingo, 3 de outubro de 2010
REFLEXAO IV
Como aprendizagem significativa do Eixo IV, escolhi a Interdisciplina: Representação do mundo pela matemática, pois foram atividades que me levaram realmente a perceber como é importante usar o lúdico como ferramenta pedagógica.
Foi uma das Interdisciplinas mais significativas e prazerosas para mim, pois envolveu aprendizagem de forma lúdica.
Esta Interdisciplina me ajudou muito na prática do meu estágio, me ajudou a desenvolver atividades matemáticas mais prazerosas com os alunos, onde eles pudessem estar aprendendo de forma lúdica. Pude diagnosticar o crescimento individual dos alunos, como também, ficou claro para mim, a importância de material concreto em sala de aula.
Para Piaget "o jogo desenvolve as percepções da criança, sua inteligência e sua tendência à experimentação. Por esta razão quando o jogo é utilizado na inicialização da leitura, ao cálculo ou à ortografia, verifica-se que as crianças se envolvem facilitada. O próprio Piaget define o jogo nas suas duas formas essenciais de exercício sensorimotor e de simbolismo como uma assimilação do real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu" (1988, p.160)
Esse assunto tem muitas relações com meu tema de pesquisa, que é da importância do lúdico na aprendizagem, e hoje com minha pesquisa, esta se confirmando cada vez mais a importância da presença do lúdico em sala de aula, como apoio pedagógico, mas até o momento o que se percebe, é que os professores não sabem lidar muito bem com o lúdico como suporte pedagógico, e de repente por isso, percebo a carência dessa prática principalmente na escola onde realizei o estagio e estou desenvolvendo minha pesquisa.
Foi uma das Interdisciplinas mais significativas e prazerosas para mim, pois envolveu aprendizagem de forma lúdica.
Esta Interdisciplina me ajudou muito na prática do meu estágio, me ajudou a desenvolver atividades matemáticas mais prazerosas com os alunos, onde eles pudessem estar aprendendo de forma lúdica. Pude diagnosticar o crescimento individual dos alunos, como também, ficou claro para mim, a importância de material concreto em sala de aula.
Para Piaget "o jogo desenvolve as percepções da criança, sua inteligência e sua tendência à experimentação. Por esta razão quando o jogo é utilizado na inicialização da leitura, ao cálculo ou à ortografia, verifica-se que as crianças se envolvem facilitada. O próprio Piaget define o jogo nas suas duas formas essenciais de exercício sensorimotor e de simbolismo como uma assimilação do real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu" (1988, p.160)
Esse assunto tem muitas relações com meu tema de pesquisa, que é da importância do lúdico na aprendizagem, e hoje com minha pesquisa, esta se confirmando cada vez mais a importância da presença do lúdico em sala de aula, como apoio pedagógico, mas até o momento o que se percebe, é que os professores não sabem lidar muito bem com o lúdico como suporte pedagógico, e de repente por isso, percebo a carência dessa prática principalmente na escola onde realizei o estagio e estou desenvolvendo minha pesquisa.
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